Corpo Redatorial Editora Vento Sul.
A carência afetiva e a depressão podem coexistir e se influenciar mutuamente. A carência pode ser um fator que contribui para o desenvolvimento da depressão, e a depressão pode intensificar sentimentos de carência e solidão.
De acordo com um estudo 84,6% dos brasileiros já demonstraram algum nível de carência excessiva em seus relacionamentos. Esse sentimento pode ter origens na infância, muitas vezes ligado a traumas, abandono ou falta de acolhimento emocional. A carência emocional pode apresentar sinais como medo da rejeição, necessidade constante de agradar, dificuldade em expressar vontades e até perda do prazer de viver. Após inúmeras experiências de busca de suprimento em coisas e pessoas e sensação de frustração, a carência aumenta ao ponto de levar a pessoa à depressão.
Janaína Santos, de Santo Antônio de Jesus-BA, leitora da Editora Vento Sul relatou sua experiência sobre o tema, na entrevista SALA DE TERAPIA: “Eu tinha muita carência da falta do pai. Eu achei alguém que eu queria que fosse meu pai, só que eu não entendia. Então eu liguei aquele relacionamento à proteção, porque eu me apeguei muito realmente a ele, mas depois eu me separei e aquilo cresceu mais, mais bebida, mais curtição, mais noitada. A carência dentro de mim era enorme. Com 20 e poucos anos, eu estava nessa vida. Aí conheci outra pessoa, não deu certo e eu entrei em depressão. Até que um dia, fui convidada a participar de uma reunião de estudo bíblico, onde vi que precisa investir no meu espírito, me desenvolver espiritualmente por meio da Bíblia. Comecei a ouvir as palestras sobre LIVRE-SE DA DEPRESSÃO e aos poucos a carência foi diminuindo até que fui completamente curada da depressão”.
SERÁ QUE SOU CARENTE?
A carência leva a pessoa a agir descontroladamente. Por exemplo, quando vai ao mercado ou ao shopping, a pessoa compra uma série de coisas que não necessita, pois a sensação de TER coisas alivia um pouco a dor da carência afetiva. Você já notou quantas roupas você tem que não usa? Quanto alimento você comprou que estragou e foi jogado fora?
A carência afetiva também se manifesta nos relacionamentos, pois faz com que a pessoa tenha necessidade constante de chamar atenção do sexo oposto e de ter múltiplos relacionamentos para SENTIR prazer e sensações que momentaneamente aliviam a dor da carência interior. Em outras pessoas, a carência afetiva se manifesta pela necessidade constante de fazer cursos, obter diplomas e troféus a fim de SER reconhecido como alguém importante e indispensável, pois assim a dor emocional de vazio interior parece que será evitada.
Se observarmos nossas condutas com relação ao TER, SER e SENTIR, perceberemos se temos carência afetiva ou não. Mas, e quando alguém percebe que é carente, o que fazer? É preciso agir para mudar esta situação!
COMO VENCER A CARÊNCIA AFETIVA?
Não cultive ilusões: a nível de pensamentos e sentimentos.
Não pense que coisas e pessoas irão lhe suprir. Somente Deus pode suprir uma pessoa!
Não sonhe com coisas que não irão acontecer.
Não deseje nada a não ser conhecer e viver profundamente os planos e a vontade de Deus.
Não gaste mais do que você ganha.
Não compre o que você não necessita.
Não se relacione com pessoas para receber algo em troca.
Não se vista para chamar atenção de outros.
Não faça cursos apenas para ter diplomas.
Não participe de competições apenas para acumular troféus.
Somente dizendo NÃO para o que se estava acostumado a fazer em busca de suprimento emocional é que se encontra o preenchimento interno em Deus. Somente quem tem momentos diários de oração e leitura bíblica é que sente a presença divina e que recebe forças para dizer não para a carência afetiva. Tais pessoas pouco a pouco saem da carência e entram em suprimento, paz e descanso.
Você encontra as palestras sobre CARÊNCIA AFETIVA, que a Janaína ouviu, no site da Editora Vento Sul.
Acompanhe a EDITORA VENTO SUL no INSTAGRAM, FACEBOOK e YOUTUBE.
DEUS ABENÇOE o seu dia e a sua vida!
Corpo Redatorial Editora Vento Sul.